segunda-feira, 18 de abril de 2011

CRIME

Crueldade sem fim

Um criminoso teve a capacidade de imobilizar com durex dois filhotes de iguana, e os colocar dentro de uma caixa de Sedex para viajarem nessas condições por 2,2 mil Km, do Rio Grande do Norte até São José do Rio Preto.


Sinceramente, esse tipo de conduta criminosa e desumana, além de embrulhar o estômago, faz com que o Brasil despenque para a classificação de país bárbaro! E o mais assustador é que uma breve pesquisa na internet mostra que iguanas têm sido achadas em caixas de Sedex há um bom tempo. Isso é um absurdo! Como é possível que um funcionário dos Correios tenha despachado dois seres vivos dessa forma? Ou ele é cúmplice do crime ou ele é cúmplice do crime, não há outra alternativa!


O cidadão brasileiro com o mínimo de ética humana deve demonstrar sua inconformidade, e exigir das autoridades que haja condenação para as três partes: o remetente, o destinatário e o funcionário sádico! Ou então não vale nada nossa Lei Federal 9.605/98, que condena maus tratos contra animais?


Infelizmente, aposto que cada brasileiro conhece uma história de crueldade desse tipo para contar, são cães e gatos de rua recolhidos para serem torturados ou servirem de "brinquedo" para cães ferozes, cavalos judiados até cairem mortos, espécies contrabandeadas de forma que grande parte perece no trajeto, entre outros crimes.


Um país que não protege aqueles que não podem clamar por misericórdia não é uma sociedade, é menos até que um agrupamento primitivo.


Por Maricy Ferrazzo


Fonte e imagem: G1

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

EXTINÇÃO

Lista do IBAMA de animais ameaçados de extinção


Clique aqui para visualizar a lista.

O triste fim de espécies de rara beleza no Brasil, além da importância na cadeia ecológica, infelizmente se mostra uma realidade já em proporções assustadoras. São lagartos, felinos, insetos e aves que tendem a desaparecer da história do planeta Terra, e ficarão apenas nos registros científicos, como ilustrações em livros do que já foi a exuberância da fauna brasileira e mundial.

A insensatez dos processos de desenvolvimento que não respeitam a vida será o principal motivo para o empobrecimento da antes riquíssima fauna do país. Cada árvore derrubada, cada metro cúbico de água potável desperdiçada, cada quilômetro novo de asfalto, quando realizados sem pesquisa e respeito à lei são fatais para os habitantes das matas e rios, etc.

Hoje é comum animais silvestres aparecerem em áreas urbanas, fugindo do desmatamento e da caça predatória. O brasileiro cidadão deve, no mínimo, contatar as autoridades para o resgate dos animais, além de denunciar aqueles que os maltratam, aprisionam ou matam.

É importante a participação de todos, os órgãos governamentais especializados devem ser fiscalizados pela população, que deve exigir o cumprimento de suas tarefas. É importante lembrar que os animais e toda a natureza existem para o próprio bem do planeta, pelo bem da humanidade. Argumentar em favor do progresso sem levar em consideração a necessidade de protegê-los é vestir o chapéu da ignorância e do embrutecimento.

IBAMA Disque Denúncia - Linha Verde (24hs): 0800 61 80 80
Disque Meio Ambiente: 0800 11 35 60
www.ibama.gov.br


Por Maricy Ferrazzo




Imagens respectivamente: (Preguiça de Coleira) InfoEscola; (Tartaruga Oliva) G1; (Gato do Mato) Agir Azul.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

COP 16


Boletim do Diário Tck Brasil


A Corrida para o Futuro: http://live.tcktcktck.org/

Nº: 28 – 08 de dezembro de 2010, Cancun, México

Resumo da situação atual

“A natureza não vai nos esperar enquanto negociemos”, comentou Ban Ki Moon, secretario geral da ONU em conferência de imprensa ontem, dia 7. De fato, a atmosfera não se abre mais para negociações. Assim a Presidenta da COP-16 informou que a sessão terminará na sexta-feira às 6 horas da tarde, afirmando que os negociadores e ministros não precisam de mais tempo para discutir, e que apenas precisam de vontade política para chegar a acordos.

A decisão final dos japoneses frente à Kyoto cobre as negociações como uma nuvem negra. É difícil imaginar que o país onde nasceu o Protocolo de Kyoto agora queira enterrar o mesmo, o único tratado internacional legal e vinculante para o clima. O Japão tem que mudar para uma posição positiva.

A equipe de negociação dos Estados Unidos agradecerá o Japão por deixar eles menos importantes nestas sessões. Mas os Estados Unidos estão de volta com suas velhas atitudes bloqueando progresso em diversos temas. Sabendo que não conseguiram avançar em suas próprias legislações internas e não têm muito a oferecer aqui, poderia se imaginar que o enfoque desta delegação seja mais construtivo.

O Canadá, Estados Unidos e a Austrália estão bloqueando o estabelecimento de um fundo para ajudar os países em desenvolvimento com mitigação e adaptação. Necessitamos continuar com os nossos esforços e garantir que os países desenvolvidos, mantenham, pelo menos, as promessas que fizeram no ano passado em Copenhague.

O que está acontecendo?

Ban Ki Moon ressaltou o fato que as mudanças climáticas afetam todo o trabalho da ONU – paz, seguridade, desenvolvimento e direitos humanos; mecanismos de prevenção para o desenvolvimento das Metas do Milênio, e ameaçam os ecossistemas, a segurança e a estabilidade dos pobres e vulneráveis. Ao mesmo tempo, destacou que as mudanças climáticas oferecem também oportunidades irresistíveis.

Estas oportunidades podem ser encontradas nos mercados de energia limpa, onde a Ásia já está deixando atrás a União Européia e os Estados Unidos. A Diretora Executiva da TckTckTck, Kelly Rigg ressaltou que “A Ásia está ganhando definitivamente a corrida do futuro da geração de energia”.

Um apelo semelhante foi feito por Christiana Figueres, Secretaria Executiva da UNFCCC, que disse que a batalha se faz entre os vencedores do setor privado e aqueles que se consideram perdedores, mas que estão bem organizados e financiados e que possam fazer muito mais pressão sobre os governos executivos, e nos Estados Unidos sobre o poder legislativo.

Você é um vencedor ou perdedor da corrida para o futuro?

América Latina na COP-16

O Brasil anuncia avanços nas negociações para estender o Protocolo de Kyoto.

http://noticias.terra.com.pe/calentamiento-global/brasil-anuncia-avances-en-negociacion-para-extender-protocolo-de-kioto,b29858be917cc210VgnVCM10000098f154d0RCRD.html


A luta contra as mudanças climáticas e a busca de soluções é um problema político: Rafael Correa, presidente do Equador afirma que as mudanças climáticas e a busca de soluções se tornaram um tema político, já que se os países ricos fossem os afetados e os pobres fossem os poluidores, muitas ações já teriam sido feitas.

http://www.eluniversal.com.mx/notas/728941.html


O Greenpeace, o Observatório do Clima, o GTA e a COIAB promoveram, na manhã do dia 8 de dezembro, duas ações contra a alteração do Código Florestal brasileiro, na COP-16 em Cancun. O alvo desse ato foi a Senadora Kátia Abreu (DEM-TO), que tem sido fortemente criticada pelos movimentos sociais e organizações ambientais por sua posição em relação à alteração da lei. Kátia Abreu, que é presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) e principal representante dos ruralistas no Congresso, defende as propostas de mudanças no Código Florestal brasileiro. Kátia Abreu foi surpreendida com uma réplica dourada do instrumento usado para desmatar florestas no lobby do hotel em Cancun. Paralelo a esse ato, Rubens Gomes, presidente do GTA, vestiu-se de Papai-Noel para presentear os participantes da COP-16 com mudas de árvores, ao lado de um banner com a frase “Mudar o Código Florestal = um Natal sem árvores”. O intuito é impedir a bancada do agronegócio a empurrar suas propostas de mudança no Código Florestal goela abaixo dos brasileiros.

Parceiros em ação

O Greenpeace afunda no Caribe os edifícios mais emblemáticos do planeta, para mostrar que o fenômeno das mudanças climáticas não discrimina entre países ricos ou pobres e afeta a todos.

http://www.yucatan.com.mx/20101207/temas-254/cumbre-climatica-en-cancun.htm


A Oxfam pediu aos ministros a tomar decisões políticas antes de deixar Cancun, para chegar a um acordo justo sobre financiamento na COP-16.

http://www.latercera.com/noticia/mundo/2010/12/678-329267-9-llaman-a-ministros-a-tomar-decisiones-antes-de-dejar-conferencia-de-cambio.shtml

Mensagem do Dia

Os Ministros podem escolher entre um resultado ambicioso e o mais baixo denominador comum, e parece que estão escolhendo o caminho mais fácil contornando os temas complicados e utilizando uma linguagem diluída. Deveriam escolher um caminho que traga benefícios para as pessoas e a natureza que lutam diariamente contra as mudanças climáticas, e lançar ações concretas, como fundos e iniciativas que possam reduzir as emissões ajudando os países pobres, e não iniciar novos processos ou grupos de trabalho para considerar alternativas que não vão melhorar as nossas vidas.

O desejo de ter algum sucesso, de qualquer forma, não deve tirar a atenção das ações necessárias para sobreviver. O Protocolo de Kyoto precisa de um futuro e as florestas precisam de um tratado; a redução das emissões de CO2 deve estar incluída no texto como parte de um plano de ação, e um fundo climático justo que financie todo não pode tampouco faltar.

O mundo pode receber tudo isso, mas o Japão deve abandonar este comportamento rígido estúpido com relação à Kyoto, a União Européia deve deixar de se comportar como si não tivesse nada a fazer nestas negociações. Os Estados Unidos, Canadá e Austrália devem assumir o fundo climático. Todos podem ter benefícios e mostrar liderança, pelo menos se não pretendam prejudicar as suas próprias economias, já que China e Índia podem dominar o mercado da energia limpa durante a próxima década – são esperadas US$2.3 trilhões de investimentos privados em energia limpa.

Este é a tradução do informe diário Daily Tck da Campanha TckTckTck sobre as negociações da Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) e da Conferência da CPM-6 do Protocolo de Kyoto que são realizadas, entre os dias 29 de novembro até 10 de dezembro de 2010, em Cancun, México. Os informes sobre o Brasil e a América Latina são da autoria da Campanha TicTacTicTac Brasil.

Imagem:cc2010.mx

terça-feira, 31 de agosto de 2010

TRÁFICO DE ANIMAIS


Crueldade sem limites

A crueldade com os animais infelizmente parece não ter limite. Na semana passada, durante a checagem de raio-X no aeroporto de Bancoc, na Tailândia, a polícia descobriu um filhote de tigre amordaçado dentro da mala de uma mulher. O filhote estava praticamente sufocado entre a bagagem no interior da mala fechada. Junto ao animal, estavam bichos de pelúcia, numa inábil tentativa de enganar a segurança.

A criminosa ignorava que no raio-X bichos de pelúcia não exibem ossos...

De acordo com as fotografias divulgadas pela Folha Online, o filhote sobreviveu.
É hora de punir mais efetivamente quem comete tal crueldade contra os animais. E também aqueles que incentivam o tráfico deles. Quem não tem respeito pela vida de seres inocentes certamente não pode ser considerado menos que um criminoso cruel.

Denuncie:
IBAMA – Linha Verde: 0800-61-8080
Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais -
http://www.renctas.org.br/pt/informese/denuncie.asp

Maricy Ferrazzo


Fonte: Folha Online

sexta-feira, 23 de julho de 2010

CRIME AMBIENTAL


Quadrilha atraía estrangeiros para caça ilegal no Pantanal

É doloroso saber que o Pantanal está se tornando local clandestino de caça criminosa a animais de grande porte, entre eles a onça pintada. A Polícia Federal prendeu oito suspeitos durante a operação Jaguar nessa semana. Argentinos, norte-americanos e outros estrangeiros estavam frequentando a região para abater os animais, como é realizado em parques de caça em países como o Canadá, Estados Unidos, entre outros. Contudo, o mais chocante está em saber que essa agressão à fauna brasileira estava sendo comandada por três brasileiros, entre eles um policial militar do Mato Grosso, e acobertada por um integrante do Ibama.

Dentre as onças mortas, várias eram animais monitorados pelo Ibama, na intenção de salvar a espécie da extinção. De acordo com a PF, os “turistas” chegavam a pagar até 15 mil dólares para participar durante as caças. As carcaças dos animais eram, depois, levadas para serem empalhadas.

Trata-se de prática criminosa cuja gravidade deve ser multiplicada, enquanto diversas Ong’s e o Ibama se esforçam para proteger os animais ameaçados, há ainda quem consiga abater um animal e chamar tal prática de “esporte”.

É importante ressaltar que a Polícia Federal obteve êxito graças às denúncias de habitantes da região. Quem presencia tal crueldade tem a obrigação de denunciar. Enquanto o brasileiro não respeitar e valorizar seu próprio país, não haverá segurança para ninguém, do animal silvestre à totalidade da nação.

Por Maricy Ferrazzo

Fonte: Folha Online

quarta-feira, 7 de julho de 2010

DIREITO AMBIENTAL

Democracia doente

Não podemos deixar que transformem em propriedade o que é legado da humanidade

A clara manipulação que está ocorrendo no Congresso Nacional para que o relatório da reforma do Código Florestal do deputado Aldo Rebelo (PCdoB) seja aprovado é mais um exemplo de conduta vergonhosa em nosso Legislativo. Uma proposta que mal pretende disfarçar os interesses da minoria agricultora no país, passando por cima da mínima noção de responsabilidade ambiental.

O relatório já foi aprovado no Congresso por 13 votos a cinco e vai aguardar aprovação no plenário após as eleições. É interessante observar como essas propostas aparecem em período de transição de mandatos, quando as atenções estão mais esparsas.

Mais uma vez, os membros do Legislativo, cujo papel é representar a vontade do povo brasileiro, estão agindo em favor de seus próprios interesses ou protegidos, arrastando nossa democracia de volta aos tempos do coronelismo. A remoção do deputado ambientalista Ricardo Trípoli (PSDB) da comissão especial dois dias antes da votação é um visível exemplo disso.

Um tema de importância vital – e que o termo ‘vital’ seja entendido no sentido literal – não pode ser conduzido da forma como está acontecendo. Parece ser necessário explicar mais uma vez a esses políticos que o meio-ambiente não é propriedade, é legado. E de todos.

Tal assertiva sugere que seria muito mais justo que uma reforma no Código Florestal fosse posta a referendo (art. 14, CF), para que o povo – real legitimador do governo – se expressasse sobre o assunto. Obviamente que não é do interesse daqueles que não representam a vontade popular que isso ocorra. Principalmente se a opinião dos que perderam tudo com as enchentes do ano passado e do atual forem ouvidos. Ou aqueles que sofreram com as doenças potencializadas pelas altas temperaturas e chuvas constantes, ou pela seca cada vez pior.

Num momento em que o mundo todo discute formas de assumir medidas que impeçam o desmatamento, o Brasil, tão alardeado nas conferências mundiais, vai permitir que tantos passos sejam dados para trás.

A saída é, além de tomar muito cuidado na hora de votar neste ano, exigir que um assunto tão importante como as leis florestais seja discutido por meio de um mecanismo de representação popular direta, já que o Congresso está do lado da moto-serra.


Por Maricy Ferrazzo

Imagem: noticiasdaamazonia.com.br

quarta-feira, 2 de junho de 2010

TRAGÉDIA AMBIENTAL


Uma mancha na indústria petrolífera


Mais de quarenta dias depois do naufrágio da plataforma Deepwater Horizon, da British Petroleum, ter ocorrido no Golfo do México, e depois de uma tentativa frustrada de conter o vazamento de petróleo, uma nova solução ainda está por vir. O que muitas pessoas devem estar se perguntado durante todo esse ‘longo’ e penoso tempo, no qual, 1,9 milhões de litros diários de óleo se espalham no mar é “por que a demora em deter o vazamento”?

Todos nós estamos cientes dos desafios que envolvem vedar o fluxo de óleo e gás de um poço a 1.600m de profundidade, porém, nos sentimos totalmente inseguros em constatar que não existe um plano B no caso de uma plataforma afundar. Afinal, se existisse de fato um plano, ele teria sido colocado em ação imediatamente, após o ‘acidente’. Os dispersantes utilizados no mar, para conter o óleo, não são 100% eficientes e seguros. Imagens aéreas mostram manchas fragmentadas de óleo que continuam poluindo o mar. Após o fracasso da operação para selar o poço defeituoso do dia 26 de maio chamada ‘top kill’, engenheiros da British Petroleum buscam uma outra ‘alternativa’ para reter o vazamento. E, os novos procedimentos não são garantidos, segundo informa a própria empresa.

Consequências - A tragédia deixa um saldo de 11 mortes, 17 feridos, além da mancha negra que se estende por mais de nove mil quilômetros quadrados da costa litorânea americana e compromete o frágil ecossistema marinho da região. Como, por exemplo, as delicadas restingas no delta do Mississipi. As consequências do maior desastre ambiental dos EUA ainda não podem ser avaliadas, mas o vazamento de óleo já superou o acidente provocado pelo petroleiro Exxon Valdez no Alasca, em 1989. Além de colocar em risco a fauna e a flora dos estados do Mississipi, Louisiana, Flórida e Alabama, Cuba e México também estão ameaçados pela mancha de óleo que continua vagando, segundo a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA).

Prevenção – O desastre no Golfo do México deixou evidente a falta de estrutura diante de um problema tão caótico que é o derramamento de petróleo: a falta de um item de segurança, que pouparia vidas humanas e marinhas. Segundo informa a revista IPS - Petróleo & Energia, a poderosa indústria petroleira dos EUA e seus contratados dispensaram o uso obrigatório do ‘switch acústico’ – um dispositivo por controle remoto que detém a extração de petróleo em caso de algum contratempo. No Brasil e na Noruega o dispositivo é usado e custa cerca de U$ 500 mil. Preocupante saber que uma compania o ignorou, especialmente porque, só na área norte-americana operam cerca de 3.900 plataformas submarinas.

A extração de petróleo em águas cada vez mais profundas coloca em risco operações complexas e arriscadas tanto para o homem como para o meio ambiente. A riqueza de um planeta não se mede apenas pelo valor econômico, mas de reservas ambientas que estão cada vez mais escassas. A natureza vive sem o homem, mas o homem dificilmente viverá sem a natureza.


Por Joelma Godoy de Mello


Fontes:
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2010/06/eua-abrem-investigacao-criminal-sobre-vazamento-no-golfo-do-mexico.html
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100531/not_imp559239,0.php
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2010/05/31/vazamento-de-oleo-nos-eua-pode-durar-ate-agosto-dizem-tecnicos.jhtm

http://www.revistameioambiente.com.br/2010/05/20/um-mes-apos-inicio-do-vazamento-petroleo-alcanca-louisiana/
http://www.revistameioambiente.com.br/2010/05/10/vazamento-de-petroleo-gera-duvidas/
fotos da região afetada:
http://blogs.estadao.com.br/olhar-sobre-o-mundo/golfo-do-mexico-natureza-ameacada/